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domingo, 19 de outubro de 2014

Feliz Aniversário

Prezado Dom Lucena, que a graça do Ressuscitado habite em seu coração. O dom da vida é para nós uma dádiva que Deus nos concede, dom este, que deve ser conservado e irrigado pelos bons sentimentos que brotam do coração. Assim sendo lhe parabenizamos por mais um ano de vida que Deus lhe oferece, saiba aproveitar com fidelidade e alegria as maravilhas que o Senhor da Glória lhe presenteia.
Dom Lucena, já nos falou o Apóstolo São Paulo quando escreveu aos Tessalonicenses “Diante de Deus, nosso Pai, recordamos sem cessar a atuação da vossa fé, o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts1,3), que assim seja a motivação de sua Pastoreio.  

Por fim, rogamos a Nossa Senhora da Luz que interceda ao Seu Filho Amado, por sua vida e seu ministério no serviço do Evangelho. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Reinauguração da Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio

Sábado 11 de outubro de 2014, Dom Lucena presidiu a Missa solene de reinauguração da Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio, concelebrada por Mons. José Fidélis, Mons. Nicodemos, Pe. José Renato, Pe. José Ednaldo, Pe. José Arimateia, Diác. Kleber Rodrigues, Diác. José Manoel. Na celebração estiveram presentes a Comissão Minha Matriz – a qual foi a responsável pela campanha de arrecadação para a restauração – e  todos os fiéis devotos de Nossa Senhora do Patrocínio.   

Remígio ganha uma Igreja restaurada e mais bonita para o crescimento da fé e da evangelização do povo de Deus. A restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio, na cidade de Remígio, foi um grande presente para o povo e do povo, um trabalho árduo e demorado, levando mais de um ano. Este presente é um esforço do povo e da devoção popular desse mesmo povo à Virgem do Patrocínio. Com a ajuda e boa vontade dos católicos e não-católicos, a Igreja foi restaurada e está pronta para as celebrações dos sacramentos e da Santa Missa. Parabéns a todo o povo e devotos de Nossa Senhora de Patrocínio pela sua Matriz.  















Carta Assembleia Diocesana



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

“A formação do Presbítero deve ser permanente”

Participantes da Plenária da Congregação para o Clero tiveram encontro com o papa Francisco, na manhã de sexta-feira, 3. Entre os membros presentes, estão os bispos brasileiros, os cardeais João Braz de Avis, presidente da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo (SP). Na ocasião, o Papa disse que a formação do presbítero deve ser permanente. Francisco relembrou, ainda, a finalidade da Congregação para o Clero, comprometida com a vocação, formação e evangelização.
Para o papa, “a vocação é como um ‘diamante bruto’ a ser lapidado, para que brilhe em meio ao povo de Deus”. De acordo com o papa, a formação não é um ato unilateral, com o qual se transmitem noções teológicas ou espirituais, mas é colocar-se em caminho permanente na escola de Cristo. Este percurso nunca termina, pois seus discípulos jamais deixam de seguir o Mestre. “Às vezes somos ágeis, outras vezes o nosso passo é incerto, ficamos parados e podemos inclusive cair, mas sempre permanecendo em caminho. Portanto, a formação enquanto discipulado acompanha toda a vida do ministro ordenado e diz respeito integralmente à sua pessoa, intelectualmente, humanamente e espiritualmente”, recomendou o papa.
Missão e compromisso. Os padres são chamados a serem pastores, convidados a estarem em meio ao rebanho. Para o papa, os presbíteros devem evitar a tentação de se preocuparem com o consenso dos outros e com o próprio bem-estar, mas buscar trabalhar animados pela caridade pastoral, para o anúncio do Evangelho até as periferias mais remotas. “Trata-se de ‘ser’ padres, não se limitando a ‘agir’ como padres, livres de todo mundanismo espiritual”, advertiu Francisco.

Fonte: CNBB

Falar claro e ouvir com humildade

Falar claro e ouvir com humildade”: estas são as duas indicações fornecidas pelo Papa Francisco, abrindo a assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, na manhã de segunda-feira, dia 6 de outubro de 2014. A reunião, que se realiza na Sala Nova do Sínodo, no Vaticano, e termina em 19 de outubro. “Falar claro é a condição básica”, disse o Santo Padre no breve discurso introdutório. “Que ninguém diga ‘isso não se pode dizer, fulano pensará isso ou aquilo de mim’. É preciso dizer tudo o que se sente, a verdade sem temores. No último consistório, em fevereiro passado, quando se falou sobre Família – prosseguiu o Pontífice – um cardeal me escreveu dizendo: ‘pena que alguns cardeais não tiveram coragem de dizer algumas coisas por respeito ao Papa, pensando que ele talvez pensasse diferentemente. Isto não é certo, não é sinodalidade, porque os padres sinodais devem dizer tudo o que, no Senhor, sentem que têm que dizer, sem respeito humano, sem pavor. Ao mesmo tempo – prosseguiu Francisco – deve-se escutar com humildade e acolher, de coração aberto, o que dizem os irmãos. Com estas duas atitudes, se exerce a sinodalidade”. Concluindo, o Pontífice pediu um favor aos padres sinodais: “Ajam como irmãos no Senhor: falem sem temor e ouçam com humildade; façam-no com muita tranquilidade e paz porque os Sínodos se realizam sempre “cum petro e sub petro” e a presença do Papa é uma garantia para todos e confirmação na fé. Colaboremos unidos para que se afirme a dinâmica da sinodalidade”.